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Unicamp desevolve técnica com células-tronco para cicatrizar feridas

04 novembro 2013

 

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) fizeram uma pesquisa com fio de sutura com células-tronco que acelera a cicatrização de feridas e cortes. O método aumentou a agilidade em fístulas intestinais, que é uma ferida aberta provocada por uma falha de cicatrização ainda de origem desconhecida e de difícil tratamento. O estudo patenteado está na fase final de testes.

Segundo os pesquisadores, após o terceiro dia da aplicação do fio de sutura comum enriquecido foi diagnosticado que a área do ferimento havia diminuído. Para fixar as células no fio alteraram a concentração de uma cola cirúrgica humana a ponto de permitir que as células se soltassem do fio para o local da adesão.shutterstock_88515778

Os cientistas usaram células tronco que diminuem o processo inflamatório onde são aplicadas aumentam a vascularização e liberam substâncias que fazem as células do local se regenerarem. “Ela libera vários fatores que vão melhorar a irrigação em volta, vai estimular as células ao redor se diferenciarem”, afirma a orientadora e professora Ângela Cristina Malheiros Luzo.

A sutura foi feita em feridas de ratos, com a aplicação do fio a recuperação do local lesionado foi de 90% em 21 dias, sendo que em alguns animais a regeneração foi completa. O biólogo Bruno Bosch Volpe observou durante a pesquisa de mestrado que o resultado chegou a três vezes mais do que o esperado. “Esperávamos que essas células recuperassem e cicatrizassem melhor a ferida, só que a gente não esperava uma cicatrização tão rápida e uma evolução tão boa dos animais”, explica.

A proposta dos cientistas é que se os resultados da aplicação da técnica se manter na cicatrização de humanos poderá no futuro ser utilizada em qualquer tipo de cirurgia que tenha a exigência de rápida recuperação. “Em cirurgia plástica, por exemplo, melhorando a cicatrização. Toda a vez que você tiver uma pessoa que já sabe que não tem uma cicatrização boa, poderá ser utilizado esse tipo de artifício”, disse a professora.

O próximo passo da pesquisa será a fase de teste em humanos. “Se a gente tiver uma recuperação, uma cicatrização melhor da fístula o tempo de internação do paciente além de ser mais curta, uma qualidade de vida melhor para o paciente a gente tem um custo hospitalar mais baixo do tempo de internação”, explica o biólogo.

Fonte: Portal G1

Foto: Alexander Raths / Shutterstock

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