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Luta contra o Câncer é finalizada com o nascimento de um novo bebê

15 maio 2017

O Brasil se emocionou com a trajetória de Gigi e sua família. Após 3 anos de luta contra o câncer, a história finalmente teve um final feliz, graças ao nascimento de um novo membro na família.

Luta contra o Câncer

Foto: Divulgação/TV Globo.

A menina Gigi luta contra o câncer desde o seu nascimento. Giovana nasceu com o tipo mais grave de anemia falciforme, doença que afeta a circulação do sangue e pode levar à morte. Segundo dados do Ministério da Saúde, 3,5 mil crianças por ano nascem com a doença no Brasil. A única esperança, na época, estava no nascimento de um novo bebê na família.

A luta contra o câncer só poderia ser vencida por meio de um transplante de medula, que deveria, obrigatoriamente, ser 100% compatível com a menina. Todas as chances estavam sendo depositadas no nascimento de seu irmão, Mateus. Os pais de Giovana recorreram à fertilização “in vitro”, que é uma técnica de seleção de embriões – o PGD.

Foi analisada a carga genética até encontrar a ideal para ajudar na Luta contra o câncer de Gigi. Após a gravidez, as dificuldades continuaram, foi necessária a quimioterapia para matar as células cancerígenas. Uma transfusão de sangue era realizada a cada 20 dias.

Após o período difícil de gestação, finalmente Mateus veio ao mundo, trazendo além da felicidade de uma nova vida, a oportunidade de salvar uma já existente.  O procedimento pode ser realizado 04 meses após o parto. Esse foi oficialmente o início do fim da luta contra o câncer.

Mesmo tão pequena, Giovana passou por todo o processo de Luta contra o câncer com garra. No último sábado (22), o Jornal Nacional divulgou uma reportagem (http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/04/irmao-compativel-salva-vida-de-menina-com-doenca-grave.html), que mostrou o final feliz de Giovana e sua família, no qual ela finalmente pode ir pra casa viver sua vida como uma criança normal de sua idade.

Armazenamento de Células-tronco

Assim como a luta contra o câncer de Giovana, outras histórias também podem ter um final feliz. O armazenamento das células-tronco pode ser uma alternativa segura e satisfatória para caso de alguma doença no futuro. O procedimento funciona também como uma nova possibilidade de tratamento para outras doenças, além da enfrentada por Gigi. Pesquisas estão em andamento e demonstram progresso na área.

A coleta

O procedimento é indolor e totalmente seguro para a mãe e o bebê. Primeiramente, o volume coletado é separado, sendo eliminada parte do plasma e dos glóbulos vermelhos e preservado os glóbulos brancos e as células tronco, material esse que é utilizado em caso de um transplante. Em seguida, esse material é acondicionado em bolsa especial para a criopreservação. Para finalizar, a bolsa é congelada em uma estrutura especial (rack) e imersa em nitrogênio líquido. Estudos mostram  a viabilidade das células por período igual ou superior a 25 anos.

Tire todas as suas dúvidas em nosso site (http://www.cryogene.com.br/index.php/como-funciona/) e saiba como funciona. Estamos abertos para responder todos os questionamentos em relação ao armazenamento de células-tronco.

 

Fontes:

Ministério da Saúde: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/abc_do_cancer.pdf

Jornal Nacional: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/04/irmao-compativel-salva-vida-de-menina-com-doenca-grave.html

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