Selo Pequeno Principe

41. 3014-3009

Como funciona

O sangue é coletado diretamente do cordão umbilical e da placenta logo após o nascimento do bebê, ainda no centro obstétrico. Este sangue é então transportado até a Cryogene, onde será analisado, processado e congelado segundo os mais seguros e modernos padrões médicos da atualidade.

Ao final do processo, o material é armazenado em tanques de nitrogênio líquido. Eles garantem a viabilidade das células por período igual ou superior a 15 anos. Uma segurança extra para o bebê, que pode contar com mais esta possibilidade de tratamento caso apresente determinados problemas de saúde.

Consultants Lorenzo di Loreto

Consultants Lorenzo di Loreto

O processo

Uma pequena alíquota do sangue coletado é separada para análise: a Cryogene realiza os exames necessários para garantir que este material biológico tão importante possua condições de ser criopreservado, e que caso venha a ser necessário, possa ser utilizado no futuro.

Existem requisitos mínimos estabelecidos pela vigilância sanitária, em legislação específica, tais como a quantidade e viabilidade das células tronco, e a inexistência de qualquer tipo de contaminação do material que possa inviabilizar sua utilização futura.

No processamento do material coletado utilizamos o mais moderno equipamento automatizado de seleção de células tronco, garantido a máxima recuperação e viabilidade celular. Em seguida, adicionamos ao material coletado os reagentes específicos de crioproteção, que garantem as condições ideais de congelamento.

O próximo passo é o armazenamento em bolsas bi-partidas específicas (que garantem a preservação e possibilidade de múltipla utilização futura), imersas em tanques de nitrogênio líquido monitorados eletronicamente 24 horas por dia. A partir daí as células tronco ficam estocadas a temperaturas ultra-baixas e podem permanecer assim por um período ainda não determinado pela ciência. Hoje é possível afirmar que, com base na literatura científica e análises laboratoriais de células sanguíneas, as coletas apresentam a mesma viabilidade celular em períodos de armazenamento superiores a 15 anos.

Breve história
da utilização do scup

As propriedades terapêuticas do sangue de cordão umbilical e placentário foram apresentadas pela primeira vez em 1988, em Paris, quando um paciente acometido por uma doença genética conhecida como Anemia de Fanconi passou por este tratamento e obteve sucesso.

Desde então, mais de 8 mil transplantes utilizando sangue do cordão umbilical e placentário foram realizados em todo o mundo, sendo aplicados geralmente para o tratamento de leucemias em crianças e adultos que não encontraram compatibilidade ou disponibilidade de doadores para o transplante convencional.

Terapias

As propriedades biológicas progressivamente descobertas nas células tronco indicam que novos tratamentos médicos serão desenvolvidos. As utilizações atuais são diversas, e as possibilidades se ampliam nas seguintes direções:

  • Transplante de órgãos sólidos, como fígado, rim e coração;
  • Tratamento de doenças que afetam o sistema imunológico, como a Diabetes Tipo 1, Artrite Reumática, Lupus e Esclerose Múltipla;
  • Regeneração e reparo de lesões causadas na medula espinhal;
  • Tratamento de Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Fontes de célula tronco

As células tronco podem ser encontradas em outras partes do corpo humano:

  • Medula óssea;
  • Sangue periférico;
  • Tecido adiposo;
  • Fígado;
  • Tecido placentário;
  • Líquido amniótico.

Porém, as células tronco originadas do sangue do cordão umbilical possuem algumas vantagens em relação a estas fontes:

  • O procedimento para coleta da medula óssea pode ser dolorido, trazendo desconforto para o doador. Já a coleta de sangue do cordão umbilical é indolor;
  • O sangue de cordão umbilical e placentário armazenado está pronto para ser utilizado tão logo seja necessário, enquanto o processo para prospecção e teste de doadores de medula óssea pode levar meses;
  • Menores índices de rejeição enxerto versus hospedeiro;
  • Maior tolerância à compatibilidade de células (em relação à menor tolerância no caso de transplantes de medula);
  • Os protocolos médicos atuais foram desenvolvidos baseados em sangue de cordão umbilical.

O importante é aproveitar o momento do parto, o único momento em que se pode coletar sangue do cordão umbilical.

A coleta

A coleta de células tronco deve ser iniciada logo após a secção do cordão umbilical. Depois disso, inicia-se a coagulação sanguínea, o que prejudica a coleta.

Importante:
a coleta é totalmente segura e indolor para mãe e filho.

Passos:

  • O volume coletado é separado, sendo eliminada parte do plasma, parte dos glóbulos vermelhos, e preservados os glóbulos brancos e as células tronco, motivo essencial da coleta;
  • O concentrado de células-tronco e criopreservantes é acondicionado em bolsa especial para a criopreservação;
  • A bolsa é congelada e acondicionada em uma estrutura especial (rack) e imersa em nitrogênio líquido.

A hora do parto

A Cryogene age da forma mais discreta possível na hora do parto e coleta de sangue do cordão umbilical. Temos como procedimento padrão conhecer a equipe da obstetrícia antes do grande momento, para entramos em ação apenas na hora combinada e com o mínimo possível de interferência.

Além disso, nossa estrutura está preparada para atender a sua solicitação 24 horas por dia, 7 dias por semana.

O armazenamento

A Cryogene trabalha com tanques de nitrogênio líquido, utilizados em mais de 95% dos bancos de sangue de cordão umbilical e placentário do mundo. Tanques desta natureza já são explorados para congelamento de sangue há mais de 60 anos, com resultados altamente positivos.

A Cryogene utiliza este método consagrado há décadas para garantir a segurança do material conservado.

A segurança é tamanha que, mesmo em caso de situações extremas o tanque poderia manter o material em condições perfeitas de armazenamento por até duas semanas, mesmo sem qualquer intervenção humana.

Outros métodos

Existem também os tanques que trabalham com a criopreservação do material utilizando somente o vapor de nitrogênio, e existem ainda os sistemas automatizados de criopresenvação e armazenamento de material biológico.

Já os tanques com sistema automatizado de criopreservação e armazemento de material biológico utilizam uma tecnologia recente, e em todo o mundo menos de 5% dos bancos de sangue a utilizam. Existem pontos críticos a serem acompanhados no tempo para que possamos determinar a sua eficácia e longevidade na criopreservação celular.

A Cryogene considera o método do vapor de nitrogênio menos seguro, uma vez que em caso de emergência ele mantém a temperatura por apenas algumas horas, pouco em relação às possíveis duas semanas dos tanques de nitrogênio líquido com os quais trabalha.

O embasamento científico e resultados demonstrados pelos tratamentos realizados com células tronco de medula óssea, realizados desde a década de 70 - e a quase totalidade das pesquisas científicas e resultados com células-tronco de cordão umbilical e placentário - utilizaram tanques de nitrogênio líquido convencionais. Tanques como os da Cryogene.

Os tanques convencionais são os únicos com eficácia temporal comprovada para garantir o armazenamento das células tronco.

A Cryogene respeita e busca a inovação tecnológica, a pesquisa e a evolução de métodos. Porém, acredita que os poucos anos de experiência dos bancos de sangue de cordão umbilical e placentário com os métodos de preservação automatizados ainda não são suficientes para a segurança necessária a um assunto tão importante – e delicado - quanto a criogenia.

Informação importante: as bolsas utilizadas em ambos os sistemas são as mesmas, garantido em última análise a possibilidade futura de intercambiamento de sistema de armazenamento.

Cryogene® - Criogenia Biológica Ltda.

Rua Olavo Bilac, 524 - Batel - Curitiba - PR - CEP 80440-040

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